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EVOLUÇÃO DE ESTILOS E FORMAS MUSICAIS
Na nossa terceira conversa com Ramir Martínez, produtor e engenheiro de som e professor de Som, Produção de Música Eletrónica e Live Performance na Microfusa, tivemos a oportunidade de descobrir como os diferentes estilos de música popular evoluíram nos últimos anos Mais de 25 anos de experiência no corpo docente da Microfusa, uma intensa carreira artística à frente de diversas bandas de pop e rock eletrónico e o seu trabalho como produtor e engenheiro de som para grupos como Facto Delafé y Las Flores Azules ou Mishima e remixer de Love Of Lesbian fazem de Ramir a pessoa ideal para analisar como os diferentes aspetos da música popular evoluíram nos últimos anos. Com ele falámos sobre como a Internet foi o gatilho que definiu as novas formas de distribuição ou como o computador portátil ou o fenómeno dos bed producers revolucionaram os meios de produção. Hoje, um pouco como conclusão, Ramir conta-nos como todas estas mudanças influenciaram os diferentes estilos de música popular, fazendo-os evoluir. Está tudo relacionado, não é? Exatamente. Se observarmos as diferenças entre a música do século XXI e a do século XX, percebemos que dependem de tudo o que falámos anteriormente: a distribuição, a produção... de como a música é feita e como é distribuída. E as chaves? Ao longo do século XX, quando se queria ser artista existiam uma série de agentes intermediários e umas necessidades tecnológicas materiais concretas para o poder levar a cabo. Além disso, a conceção musical estava basicamente concentrada no grupo como conjunto de músicos e compositores. Bem, sempre existiram solistas relevantes, mas se analisarmos a música popular desde a década de 50 veremos que esses solistas costumavam ser acompanhados por um grupo ou uma banda para fazer a música ao vivo. Temos muitos exemplos: nos anos 50, Bill Haley and The Comets, Buddy Holly, Little Richard ou Elvis que, em suma, era apenas um intérprete sempre acompanhado por um grupo; nos anos 60, destacam-se os Beatles, os Rolling Stones, os Who, depois vem a época da Califórnia, grupos como os Credence, a época hippie; nos anos 70, o hard rock e depois o blues rock,... sempre tendências baseadas em grupos. Houve exceções como Bob Dylan, Leonard Cohen, mas a música popular do século XX foi sempre maioritariamente comunitária. Durante as décadas de 80 e 90, a mesma dinâmica continua. Nos anos 80, destaca-se o punk com grupos como Sex Pistols, The Clash, The Dammed. Depois, com o techno-pop, a coisa muda um pouco, mas também não encontramos solistas, apenas duos. Durante esses anos podemos recordar artistas como Bruce Springsteen, mas inseparável da sua E-Street Band que eram quem lhe fazia os arranjos. Ou solistas como Madonna ou Prince que sempre eram acompanhados por grupos que lhes faziam a música. Embora seja verdade que os anos 80 marcaram um ponto de viragem com um grande número de solistas provenientes da década anterior: Eric Clapton, Phil Collins, Tina Turner, etc. Para depois voltar aos anos 90 com um punhado de artistas que se baseiam no combo. Encontramos muitos exemplos que vão do brit-pop (Oasis, Blur) ao grunge (Nirvana, Pearl Jam). No entanto, é nos anos 90 que surge o conceito de artista individualista com os DJs, indivíduos sozinhos e autossuficientes. Embora, na realidade, muitos dos grandes lançamentos de eletrónica da época sejam criados por grupos de dois, três ou mais criadores (Prodigy, Massive Attack). O mesmo acontece com a música pop ou o hardcore, mantendo a tendência de grupo. Como é que a mudança realmente acontece então? É a partir da primeira década deste século que a tendência autenticamente solista começa a cristalizar. Embora, por um lado, o indie continue a basear-se no grupo, na eletrónica e na música popular o solista é cada vez mais solista. E esta evolução deve-se a dois motivos: por um lado, o tema da produção, a possibilidade de se poder distribuir um ficheiro pela Internet, sem necessidade de suporte físico. Por outro lado, a versatilidade dos computadores como sistemas para criar música. Um artista pode criar as suas maquetas em casa com um equipamento muito reduzido. Durante a segunda década deste século, o fenómeno dos bed producers, paradigma da música eletrónica individualista, estende-se a outros coletivos da música popular. Assim, outros estilos, como a música urbana por exemplo, começam a focar-se sobretudo no solista e temos artistas como Maluma, J Balvin, Rosalía; e no mundo anglo, Billy Ellish, Ariana Grande e outros. De facto, se pensarmos em grupos de relevância, pertencem a décadas anteriores que ainda estão em atividade e o grosso das propostas está a deslocar-se para a proposta individual. Embora isso não signifique que, pelo facto de um artista apresentar a sua imagem ao público, não signifique que esteja sozinho/a. Existe uma equipa por trás, mas a notoriedade não é repartida. Em suma, poderíamos dizer que, ao longo dos anos, temos visto que, devido às novas tecnologias, passámos de um conceito coletivo de fazer música para um conceito individualista. E, além disso, é um sistema que se retroalimenta. Vemos na Internet artistas a solo a cantar e a fazer a sua coreografia, essa imagem é reforçada e a nossa identidade procurará apenas essa proposta artística. Mas estamos a falar a nível global? Certo, esta seria uma perspetiva a nível global. A nível local as coisas não são exatamente assim. Por exemplo, aqui na Catalunha, podemos observar uma tendência de grupos muito potente com propostas muito interessantes. E a música, a nível de forma, como tem evoluído? A música são ritmos, são acordes... E na música popular acontece regularmente que surge uma nova tendência que utiliza recursos estilísticos mais simples e acessíveis. Esta simplicidade faz com que esta nova tendência conecte muito mais facilmente com as pessoas mais jovens e seja replicada rapidamente. O exemplo destes últimos anos estamos a vivê-lo com o reggaetón. O seu ritmo é simples, é cativante, fácil de dançar e de copiar. Mas é algo que já aconteceu em décadas anteriores com o rock, o techno ou o punk. Todos eram estilos cujos temas iniciais eram muito parecidos. Em parte porque os ritmos eram semelhantes e porque simplificaram a harmonia. Se pegarmos numa canção entre os anos 60 e 90, esta geralmente tem uma estrutura bem definida: verso e refrão, ou refrão e estrofe… Qualquer tema dos Beatles, por exemplo, costumava ter sempre duas partes bem definidas. Por outro lado, as produções atuais fazem algo totalmente inovador, fundindo a estrutura tradicional da canção com as estruturas sem acordes da música eletrónica e encontramos temas que têm constantemente a mesma progressão de acordes. Procura-se a simplificação ao máximo da harmonia, da estrofe e do refrão, com as mesmas notas e os mesmos acordes. Mas esta tendência para simplificar sempre existiu entre os artistas mais jovens. Artistas que fazem tudo mais simples e que querem ir direto ao ponto. Assim nasceu o punk simplificando, chegou a eletrónica e simplificou ou temos o indie que foi simplificado pela música urbana. A questão é que, em geral, dois conceitos que vieram para ficar confluíram: por um lado, a “democratização” da música. Agora, muito mais pessoas têm a possibilidade de criar e distribuir a sua própria música do que há uns anos. E, por outro lado, a simplificação das formas musicais. São dois conceitos relacionados que se retroalimentam, já estão connosco há dez anos e, por enquanto, não mudaram e parece que vieram para ficar. Ou seja, em resumo, o facto de ser tão simples é amplificado por novos meios de produção e distribuição que tornam a criação musical acessível a muito mais pessoas. Além disso, esta situação que vivemos atualmente, com confinamentos, ainda propicia mais a tendência do individualismo musical. Sim, vimos iniciativas de colaborações à distância, mas a autêntica tendência geral é a do criador solitário… É um sinal de como será o século XXI a nível musical. MICROFUSA / ESCOLA BARCELONA Ronda Guinardó, 65. Barcelona / Tel.: 934 353 688 MICROFUSA / ESCOLA MADRID Paseo de Juan Antonio Vallejo – Nájera Botas, 59. Madrid / Tel.: 917 024 592 MICROFUSA / FORMAÇÃO ONLINE
ESTE BLACK FRIDAY E CYBER MONDAY NA MICROFUSA, SÃO SOLIDÁRIOS.
DESTINAREMOS UMA PERCENTAGEM DOS LUCROS OBTIDOS COM AS VENDAS DA BLACK FRIDAY À ASSOCIAÇÃO AJUDA ALIMENTA (AAA). 2020 tem sido um ano muito difícil para o nosso setor, sem salas de concertos, festivais e eventos, o panorama é bastante cinzento se a isso acrescentarmos que, por enquanto, não se vislumbra uma recuperação a curto prazo. No entanto, o espetáculo tem de continuar, por isso este ano, na microFusa, decidimos dar algo em troca a este nosso setor afetado que tanto nos deu. Para a nossa campanha Black Friday / Cyber Monday Solidária, colaboraremos com a Associação Ajuda Alimenta (AAA), organização focada em apoiar profissionais do setor cultural e das indústrias criativas que, devido à pandemia, entraram numa profunda crise. Encarregam-se de dirigir ajudas básicas, informação e ligações aos membros deste grupo, especialmente em Barcelona e Madrid. Também promovem iniciativas que ativam o âmbito laboral, com a intenção de manter à tona a Cultura e as pessoas que a tornam possível. Estas pessoas são, em grande medida, os nossos clientes, desde o estudante de DJ das escolas, até aos músicos de grande renome que compram nas lojas, todos eles foram afetados de alguma forma pela situação que vivemos e acreditamos que é o momento de apoiar essa comunidade que nos tem mantido a trabalhar há mais de três décadas. O QUE É A BLACK FRIDAY SOLIDÁRIA? A campanha é muito clara, destinaremos uma percentagem dos lucros obtidos durante as vendas de Black Friday e Cyber Monday, desde hoje, 23 de novembro e até 1 de dezembro, à Associação Ajuda Alimenta. Participam todos os produtos, de todas as categorias, em toda a loja! Por isso, não hesites mais, se estás a planear compras de Black Friday ou Cyber Monday, dá uma vista de olhos às nossas ofertas que, além de serem atrativas, levam esse apoio extra para toda a nossa comunidade. Além disso, este ano poderás encontrar categorias especiais como Black Friday Deluxe, com produtos de alta gama ao melhor preço, Black Friday Outlet, com uma renovada seleção de artigos de ex-demonstração, recondicionados, descontinuados, etc. Black Friday com Oferta, onde encontrarás um extra com a tua compra, cortesia da microFusa e das nossas categorias mais fortes como DJ, Produção Musical, Som/Iluminação, entre outras. Tudo isto com os melhores preços, qualidade e atendimento ao cliente do mercado. Todas estas categorias estarão disponíveis muito em breve, por enquanto já podes conhecer algumas ofertas PRÉ-BLACK FRIDAY do BLACK FRIDAY OUTLET, mas recomendamos-te que te apresses porque com unidades limitadas e esses preços, os produtos vão esgotar rapidamente. Visita a secção especial de Black Friday, na nossa loja online e começa a aproveitar os descontos.
Otai Record e Microfusa juntam-se na Música Eletrónica
A Microfusa continua a cultivar amizades na comunidade educativa internacional, neste caso com a prestigiada escola japonesa Otai Record. (https://www.otaiweb.com/school/) No entanto, avisamos que o site está em japonês :) Situada em Akihabara, o distrito tecnológico de Tóquio, a escola Otai Record é uma referência no cenário DJ e na cultura da música eletrónica japonesa. Tal como a Microfusa, a Otai Record tem décadas de história na indústria e tem até a sua própria loja especializada em produtos DJ e tecnologia musical, situada na cidade de Nagoya. Mas para além da escola e da loja, o responsável pelo grupo Otai Record, Yosuke Inoue, promove há anos outras atividades como a organização de eventos e uma produtora / editora discográfica multimédia para a promoção de artistas locais. (https://www.otaiweb.com/). Os mais de 20.000 subscritores do seu canal de YouTube, assim como a sua participação desde 2013 na organização de eventos de grande relevância como o campeonato DMC JAPAN ou o BEAT GRANDPRIX (um concurso destinado a descobrir novos talentos japoneses) dão prova do envolvimento da Otai Record na cultura eletrónica japonesa. [caption id="attachment_14579" align="aligncenter" width="748"] Otai Record: Imagens da escola em Akihabara, o distrito tecnológico de Tóquio e da loja na cidade de Nagoya[/caption] Intercâmbio de conteúdos formativos A Otai Record e a Microfusa trabalham há algum tempo num acordo de intercâmbio de conteúdos formativos que muito em breve se materializará. Para começar, numa série de webinars em língua inglesa. O projeto ELECTRO EXCHANGE - assim se denomina este programa de intercâmbio - consistirá numa série de masterclasses que serão realizadas em formato de streaming através da plataforma Zoom. Estes webinars estarão claramente divididos em duas partes: a primeira, uma apresentação em vídeo sobre o tema, seguida na segunda parte por uma sessão de perguntas e respostas durante a qual os alunos poderão interagir em direto com o professor. A Otai Record produzirá para a Microfusa conteúdos sobre temáticas genuinamente japonesas como a produção de música para videojogos e anime, Vocaloid, etc., enquanto que a Microfusa produzirá para o seu parceiro japonês webinars sobre produção de música eletrónica, técnicas de mistura e masterização, etc., sempre a partir de uma perspetiva europeia. [caption id="attachment_14582" align="aligncenter" width="561"] Otai Record participa na organização de DMC Japan e do concurso Beat Grand Prix[/caption] Em breve publicaremos mais detalhes, assim como a programação das sessões de ELECTRO EXCHANGE! MICROFUSA / ESCOLA BARCELONA Ronda Guinardó, 65. Barcelona / Tel.: 934 353 688 MICROFUSA / ESCOLA MADRID Paseo de Juan Antonio Vallejo – Nájera Botas, 59. Madrid / Tel.: 917 024 592 MICROFUSA / FORMAÇÃO ONLINE
TECNOLOGIA: OS MEIOS DE PRODUÇÃO MUSICAL
Continuamos com as nossas conversas com Ramir Martínez, produtor e engenheiro de som e professor de Som, Produção de Música Eletrónica e Live Performance na Microfusa. Desta vez para obter uma perspetiva de como os meios de produção musical evoluíram Há uma semana falávamos com o Ramir sobre como a Internet transformou a música popular. Mais de 25 anos de experiência no corpo docente da Microfusa, uma intensa carreira artística à frente de várias bandas de pop e rock eletrónico e o seu trabalho como produtor e engenheiro de som para grupos como Facto Delafé y Las Flores Azules ou Mishima e remixer de Love Of Lesbian fazem dele a pessoa ideal para analisar como os diferentes aspetos da indústria mudaram nos últimos anos. Na entrevista de hoje tivemos a oportunidade de falar sobre os meios de produção musical, um setor onde a evolução da tecnologia determinou a tendência. A evolução da música popular foi marcada pela Internet, o que mudou nos meios de produção musical? Retomando a linha do que falávamos outro dia, podemos resumir que os meios de distribuição se tornaram virtuais. Da mesma forma, com os meios de produção aconteceu o mesmo, foram democratizados. Basicamente, o que antes estava ao alcance de poucos, agora está ao alcance de muitos. Há alguns anos, o único lugar onde se podia desenvolver um projeto musical, gravar um disco, uma canção, era num estúdio de gravação. E um estúdio de gravação implicava custos muito elevados: o aluguer do espaço, a manutenção, o aluguer dos equipamentos, o técnico de som que era contratado pelo proprietário do estúdio. Para poder manter toda esta infraestrutura era necessário um grande investimento. No século XXI, toda esta tecnologia necessária virtualizou-se e concentrou-se no computador. Portanto, mudou a forma como todos esses processos, todas essas tarefas eram realizadas e também mudaram esses papéis. Se compararmos, antes de 2000 era necessário um sistema de gravação, processadores de áudio, uma mesa de mistura, monitores e, em suma, muitos dispositivos diferentes para fazer uma gravação. E o que aconteceu é que, à medida que os computadores ganharam capacidade de cálculo e capacidade de armazenamento, podemos ter tudo numa única "caixa". De modo que uma única pessoa com um computador (sem a necessidade de ser um supercomputador) pode fazer o que há alguns anos diferentes dispositivos independentes realizavam. Portanto, o custo de um estúdio de gravação, antes dos computadores atuais, podia ser de 10 a 100 vezes o custo baseado num computador. Isto terá-se refletido na criação musical, não é? Surgiu um fenómeno muito associado aos nossos dias que é a música eletrónica. Qualquer miúdo pode descarregar uma aplicação e fazer uma criação simples. São os bed producers, os produtores de quarto. E agora temos toda uma geração muito jovem e sem muitos conhecimentos musicais que pode fazer música a partir do seu quarto. Entre eles podemos encontrar exemplos desta democratização real, artistas que não têm muitos recursos mas um interesse musical, algo para explicar, e que alcançaram o sucesso. Como exemplo podemos citar C. Tangana e Alizzz. Sobre "El Ídolo", um álbum que agora é uma referência da música urbana, Alizzz explicava como iniciaram o projeto com um equipamento precário baseado em computadores pessoais de secretária. E qual é a opinião geral sobre esta nova música baseada em computadores? Como tudo, tem um lado bom e um mau. Os detratores da música baseada em computador opinam que é uma música sem alma criada por pessoas sem conhecimentos musicais. Em contrapartida, os seus defensores dizem que abre a porta a milhares de criadores que podem explorar as suas capacidades artísticas e que dá uma oportunidade a pessoas que não tiveram uma formação musical formal. O fenómeno dos bed producers, por exemplo, está muito ligado à nova tendência da EDM, uma tendência em que muitos dos seus produtores são muito jovens e onde se destacaram figuras como Avicii, Martin Garrix e muitos outros. Em suma, a tecnologia é apenas uma ferramenta e pode vê-la como uma ameaça ou como uma oportunidade. Claro, do ponto de vista da produção, dispor das ferramentas não significa que adquira talento. As ferramentas oferecem-lhe a possibilidade, mas o talento ou lhe é inato ou o desenvolve com trabalho, ou mais frequentemente combinando ambos os aspetos. O facto de atualmente se democratizarem os meios de produção é o mesmo que nos acontece a todos com os super telemóveis que temos. As câmaras incluídas dispõem de óticas incríveis, mas isso não significa que nos transforme em grandes fotógrafos. Além disso, a disponibilidade de uma grande tecnologia implica ter os conhecimentos adequados para lhe extrair todo o sumo, para saber como expressar emoções com ela, para saber como dirigir o processo de produção, etc. Os estúdios de gravação desaparecerão? Resumindo conceitos, podemos dizer que a tecnologia do século XXI permitiu que muito mais gente se juntasse ao mundo da música, transformando-o numa produção global. Pessoas da China, Europa, América Latina, África podem aceder, criando um fenómeno de produção global. E esta é uma boa notícia porque significa que é muito mais gente do que nunca a criar através da tecnologia informática. Antes o filtro era ter acesso a um estúdio de gravação. E só o conseguia se tivesse rendimentos através de concertos ou com um contrato com uma discográfica. Mas isso não significa que as produções só possam ser feitas através de um computador. Apenas significa que agora podem ser feitas de uma forma que antes não se podia. Mas no que diz respeito à música em grupo com instrumentos, com requisitos tecnológicos rigorosos, com microfones e espaços de gravação, entre outros, tudo isso não pode ser assumido unicamente pelo computador e os estúdios de gravação continuam a ser tão necessários como há duas décadas. Podemos fazer um paralelismo com o aparecimento dos primeiros sintetizadores nos anos 60. Perguntavam a Robert Moog: o que vai acontecer agora com os sintetizadores? Querem substituir os instrumentistas por instrumentos eletrónicos? Para muitas pessoas do mundo da música clássica, aquilo representava uma ameaça e acreditavam que as orquestras iriam desaparecer. E nada aconteceu, simplesmente tornou-se outra forma de expressão que se desenvolveu em paralelo às existentes, como por exemplo a música popular. MICROFUSA / ESCOLA BARCELONA Ronda Guinardó, 65. Barcelona / Tel.: 934 353 688 MICROFUSA / ESCOLA MADRID Paseo de Juan Antonio Vallejo – Nájera Botas, 59. Madrid / Tel.: 917 024 592 MICROFUSA / FORMAÇÃO ONLINE
Os Controladores Prime da Denon DJ
Denon DJ faz parte da cultura DJ desde 1992 com o lançamento do primeiro leitor duplo para DJ. Hoje apresentamos a sua linha de controladores Prime A Denon DJ tem estado imersa na cultura DJ desde 1992, quando lançaram o primeiro leitor duplo para DJ. Desde então, têm estado na vanguarda da inovação tecnológica, mantendo-se no topo da indústria de equipamentos para DJs. No artigo de hoje, apresentamos a sua premiada linha de controladores Prime. Denon Prime Go O Denon Prime Go é um controlador portátil, pequeno em tamanho mas grande em conectividade e funcionalidades de fluxo de trabalho de DJ. Com até 4 horas de bateria de iões de lítio incorporada, o PRIME GO é a consola de DJ autónoma mais portátil e definitiva de sempre. Com controlo de microfone duplo independente, E/S profissional, qualidade de áudio de 24 bits / 48k, ecrã tátil HD de 7", módulo Beat FX atribuível e Sweep FX / Filter em linha, pads de disparo ultra-sensíveis de banco duplo (2x4) para, loops e rolls, sem sacrifício de faders de linha com 2 canais de microfone independentes controlados por nível mais jack de 1/4" e monitorização de auscultadores mini-jack e qualidade de áudio impecável de 24 bits / 48k com misturador de 2 canais, crossfader e controlo de EQ de 3 bandas. Poderás preparar os teus sets no comboio, no avião ou no carro, usá-los como um backup profissional com todas as funcionalidades para eventos maiores, ou usá-los em concertos ao ar livre, móveis, after-party ou em clubes. https://www.youtube.com/watch?v=-fkacJBKW7k Denon Prime 2 Com o seu ecrã de 7", multitátil e multigestos, o Denon Prime 2 oferece aos DJs o controlo da navegação, pesquisa e carregamento de faixas da biblioteca de música. Com múltiplas fontes de multimédia (USB / SD) e um compartimento de unidade SATA incorporado que proporciona acesso ilimitado à música, o PRIME 2 também está habilitado para conectividade à Internet, o que permite a reprodução de streaming de Beatport, Beatsource, Soundcloud e TIDAL. O controlo integral do desempenho é garantido através de jog wheels capacitivas (jog wheels táteis de 6" com ecrã HD), equalização potente, FX e manipulação de áudio. Inclui 8 pads ultra-reativos para manipular hot cues, técnicas de loop, rolls e slice. Além disso, tem uma qualidade de áudio impecável de 24 bits / 48k com misturador de 2 canais, EQ de 3 bandas e controlos de filtro. E as funções Timestretch e Key Shift adicionam mais criatividade à mistura. https://www.youtube.com/watch?v=dZBe_2JInDE&feature=emb_logo Denon Prime 4+ O controlador DJ Denon Prime 4+ é o sistema de DJ autónomo mais potente e avançado do mundo e está agora melhor do que nunca com um novo visual refinado, acessibilidade inigualável à transmissão de música, novas opções de efeitos dinâmicos, uma superfície de jog wheel 10% maior e as funções de desempenho em constante expansão do Engine DJ, incluindo as da indústria. Primeira separação de Stem autónoma (atualmente em Beta Pública). Feito por DJs que trabalham, para DJs que trabalham. O PRIME 4+ combina as poderosas possibilidades criativas de 4 decks autónomos com características profissionais inigualáveis e uma qualidade de construção robusta para garantir atuações sólidas de DJ noite após noite e concerto após concerto. O PRIME 4+ possui mais de 25 efeitos principais totalmente personalizáveis e 4 efeitos de varredura dinâmicos controlados por botões para que possas libertar todo o teu potencial de mistura criativa. O expressivo modo Touch FX transforma o ecrã tátil de 10,1” num controlador XY que coloca a manipulação de efeitos ao vivo literalmente ao alcance dos teus dedos! É executado no Engine DJ, um sistema operativo para DJ em constante evolução que tem um histórico comprovado de colocar funções chave à disposição dos DJs em primeiro lugar. Com atualizações fáceis por Wi-Fi, receberás uma notificação automática no teu dispositivo quando houver uma atualização disponível, mantendo-te continuamente na vanguarda da tecnologia de desempenho de DJ. https://youtu.be/5fdA3xz6gwg Oferta Microfusa com a compra dos controladores Denon Dj Prime O teu controlador DJ não comunica corretamente com o teu computador? O teu software de produção e a tua interface de áudio não se entendem? Não consegues gravar corretamente os teus instrumentos MIDI ou as tuas guitarras? Precisas de ajuda para ligar os teus equipamentos de áudio? Precisas que alguém te ajude com a configuração do teu computador para tarefas de produção musical? Ao comprares qualquer um destes três controladores nas lojas Microfusa, poderás usufruir, gratuitamente, de 15 minutos de assistência técnica com um especialista da Microfusa que responderá às tuas perguntas e te ajudará a configurar o teu controlador Denon DJ para que tudo funcione como tu esperas. Encontrarás os controladores Denon DJ da série Prime nas lojas Microfusa de Barcelona e Madrid e na nossa loja online, mas também dispomos de muitos outros produtos da marca Denon DJ: auscultadores, interfaces de áudio, recetores sem fios, altifalantes, amplificadores, etc. MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Ardemans, 9. Madrid / Tel.: 917 242 800 MICROFUSA / LOJA ONLINE
NOVAS INTERFACES UNIVERSAL AUDIO
Hoje analisamos as duas novas interfaces Universal Audio da sua linha Apollo Solo e apresentamos a nova versão do seu software LUNA Fundada em 1958 por Bill Putnam Sr., considerado o pai da gravação moderna, a Universal Audio tem sido, desde o seu início, sinónimo de inovação no setor da gravação. Putnam, o engenheiro preferido de estrelas como Frank Sinatra, Nat King Cole ou Ray Charles, foi um apaixonado inovador, inventor da moderna mesa de gravação, do equalizador de áudio multibanda e da cabine vocal, e foi o primeiro engenheiro a utilizar a reverberação artificial na gravação comercial. Os equipamentos criados por Putnam, ainda utilizados décadas após a sua fabricação, fazem parte da história do som e da música popular, destacando-se desde as gravações de Sinatra até aos Beach Boys, passando pela estreia de artistas como Van Halen. Em 1999, os filhos de Bill, James e Bill Putman Jr., refundaram a Universal Audio com o objetivo de reproduzir fielmente os equipamentos de gravação analógicos clássicos na tradição do seu pai; e projetar novas ferramentas de gravação digital com o som e o espírito da tecnologia analógica clássica. E nada representa melhor a fusão da herança analógica desta conhecida marca com os seus inovadores designs digitais do que a premiada interface de áudio Apollo. Lançada em 2012, a interface Apollo alcançou o status de novo padrão na produção musical e foi utilizada na gravação de álbuns icónicos de artistas como Kendrick Lamar, Coldplay, Dr. Dre, Brad Paisley e muitos outros. No artigo de hoje, apresentamos duas das últimas novidades desta destacada interface. Universal Audio Apollo Solo USB A interface de áudio para gravação de secretária para Windows Apollo Solo USB é a única interface de secretária para utilizadores de Windows que realmente oferece resultados profissionais; graças a uma conversão de áudio líder na sua classe, dois pré-amplificadores de microfone Unison e um conjunto de plug-ins UAD integrados para gravar resultados com qualidade de álbum, em tempo real. É uma interface compacta 2x4 que dispõe da apreciada conversão Apollo A / D e D / A para superar em desempenho qualquer outra na sua classe. Além disso, com a sua tecnologia Unison e o processamento UAD-2 integrado, pode gravar através de ferramentas de estúdio clássicas, incluindo os compressores UA 610-B Tube Preamp & EQ, LA-2A e 1176, e mais, com uma latência quase nula. A sua saída de auscultadores integrada é mais forte e potente, com menos ruído e uma resposta de frequência mais plana em comparação com qualquer interface da sua classe. Isto significa que pode fazer monitorização e misturar com confiança usando auscultadores, sabendo que está a ouvir cada detalhe sonoro. https://www.youtube.com/watch?v=V5QALiVf1EU&feature=emb_logo Universal Audio Apollo Solo TB3 A Universal Audio Apollo Solo TB3 é a melhor interface de áudio do mundo para gravação de secretária com Thunderbolt 3 para Mac e Windows, uma vez que, como a Apollo Solo USB, oferece uma conversão de áudio líder na sua classe, dois pré-amplificadores de microfone Unison e um conjunto de plug-ins UAD integrados para gravar resultados com qualidade de álbum, em condições reais. Entre as suas características podemos destacar: Grava com conversão A / D e D / A, líder na sua classe, tal como pode ouvir em centenas de discos de sucesso. Faixas com latência quase nula através do pré-amplificador de microfone e emulações de amplificador de guitarra da Neve, API, Fender, e mais utilizando a tecnologia Unison. Poderá misturar com os plug-ins UAD incluídos, como os compressores Teletronix LA-2A e 1176, os equalizadores Pultec e mais. Inclui o sistema de gravação LUNA, uma aplicação de produção musical inspiradora e totalmente integrada (apenas Mac). Poderá criar em movimento com uma interface alimentada por bus de alta qualidade acústica com uma construção totalmente metálica resistente. Desfrutará de uma monitorização clara e detalhada com o amplificador de auscultadores com melhor som da sua classe. LUNA Recording System Há apenas algumas semanas que a Universal Audio lançou a nova versão do seu software de gravação LUNA, o programa que transforma as interfaces Apollo nos sistemas de gravação baseados em Mac mais inspiradores e completamente integrados do planeta. Graças ao apoio de toda a comunidade LUNA, a nova versão deste software incorpora mais de novas funções e correções solicitadas pelos utilizadores. Mas de entre todas estas novas características deste novo LUNA v1.1 podemos destacar: Versões de sessão: Poderá repetir, experimentar e criar versões facilmente, enquanto guarda permanentemente todas as fases de composição e produção. Track Groups: Terá a opção de misturar e editar de forma muito mais rápida através dos intuitivos grupos de faixas de bateria, vozes, guitarras e mais. Melhorias MIDI: Com a nova saída MIDI poderá conectar-se facilmente a grooveboxes e estações de trabalho externas. Além de arrastar e soltar MIDI de VI, e mais. https://www.youtube.com/watch?v=weXwaU2pIXA Esta nova atualização do LUNA v1.1 encontra-se disponível para download no site da Universal Audio. Mas lembre-se que nas lojas Microfusa de Madrid e Barcelona, assim como na nossa loja online, encontrará as novas interfaces Apollo Solo, bem como todos os produtos Universal Audio. MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Ardemans, 9. Madrid / Tel.: 917 242 800 MICROFUSA / LOJA ONLINE
EVOLUÇÃO MUSICAL: A MUDANÇA DA MÚSICA POPULAR
Nos últimos anos, a forma de entender a música popular sofreu uma mudança espetacular, sobretudo devido ao surgimento da Internet. Para entender esta evolução, falámos com Ramir Martínez, produtor e engenheiro de som e professor de Som, Produção de Música Eletrónica e Live Performance na Microfusa Ramir faz parte do corpo docente da Microfusa desde 1993 nas áreas de Som, Produção de Música Eletrónica e Live Performance. Mas também tem uma intensa carreira artística que iniciou em 1995 liderando diversas bandas de pop e rock eletrónico, entre as quais se destacam grupos como Groove Crew, Mandalas ou os mais recentes Kulyela ou Monocrom! Como produtor e engenheiro de som, trabalhou para grupos como Facto Delafé y Las Flores Azules, Love Of Lesbian ou Mishima, e foi o principal responsável pela editora Tsunami Music durante uma década. Uma bagagem que lhe dá perspetiva suficiente para analisar a evolução da música popular ao longo destes últimos anos. O que mais mudou na música nestes últimos anos? Para ti, qual é o desencadeador? Se começarmos pelo tema do consumo, um tema ao qual se associa o da distribuição, a grande mudança foi a Internet. A música já não se vende nas lojas. Do suporte físico: do vinil, do CD, de ter de ir à loja e encontrar o disco, de o encomendar se não o encontrasses, de procurar lojas especializadas ou das viagens que os DJs faziam ao estrangeiro para encontrar os seus vinis, passámos a que, atualmente, a música se distribua pela rede. E isto representou uma mudança muito grande. Paralelamente, tínhamos o fenómeno da pirataria. O suporte físico tinha um custo, a música era muito cara e era muito comum gravar discos de vinil em cassetes. Mas a Internet mudou tudo. A música pode ser comprada à distância em plataformas de distribuição digital como a Amazon ou a Rakuten, que permitem a distribuição de suporte físico à distância e nas quais se pode encontrar qualquer coisa a um preço razoável. E não só isso. Além disso, já não é necessário o suporte físico. Já não é necessário nem o vinil nem o CD. Só precisas de um suporte multimédia: um computador, um leitor multimédia mp3, telemóveis, tablets, assistentes virtuais… Tens a possibilidade de ouvir a tua música em qualquer dispositivo e em qualquer lugar. De facto, temos toda uma geração nascida neste século XXI que já cresceu com todo este sistema e que nunca teve contacto com o suporte físico, nunca o conheceu. E, na realidade, acabaram por ver a música como algo gratuito que não é necessário comprar. E este é outro tema importante em que o mundo da música também mudou. O formato físico desapareceu. Continua a existir a venda de mp3 que podes descarregar, os DJs passaram de comprar vinis a descarregar a música que passam de sites como o Beatport ou o Juno. E tens o streaming com plataformas como o Spotify que nos permitem aceder aos seus conteúdos. E as consequências éticas e morais? É claro que todas estas mudanças acarretam consequências éticas e morais. É evidente que se não houver retorno, não resta senão produzir gratuitamente e é preciso procurar formas alternativas de custear as gravações. Como? Com concertos, por exemplo. Outra opção encontra-se nas plataformas de streaming que impõem condições que permitem monetizar as gravações. É preciso dizer que são necessários grandes volumes de tráfego na página web onde a música esteja disponível, pelo que, na prática, apenas os artistas com maior projeção pública podem beneficiar disso. A cultura musical também mudou? Por um lado, com o acesso à Internet tens ao teu alcance milhões de peças musicais. Tens a oportunidade de ampliar facilmente a tua base musical. Mas por outro lado, precisamente por isso é complicadíssimo, porque há muitíssima oferta musical para ouvir. Podes procurar, mas há tantas possibilidades que, no final, acabas por te mover sempre pelos tipos de música semelhantes aos que já ouves ou aos que os teus amigos te recomendam e é difícil ir muito mais além. Uma consequência de todo este processo vemos nos recomendadores das plataformas de streaming. Sugerem-te peças novas segundo um algoritmo que calcula as tuas recomendações com base no que tu ouves. Desta forma, se, por exemplo, tu ouves punk rock e estás a ouvir os Sex Pistols, recomendar-te-ão The Clash e The Damned. Ou seja, se não te mexeres por tua conta, ficas sempre no mesmo, e se ouves sempre o mesmo, não tens nenhuma opção de sair do sistema. Desta forma, os algoritmos de recomendações seguem sempre os teus gostos e nunca te permitem evoluir. Desta forma, cria-se um paradoxo: por um lado, temos acesso a milhões de opções, mas por outro lado é muito difícil sair de onde estás sempre. Embora, na realidade, isso não seja um problema se fores ativo musicalmente. Atualmente qualquer pessoa pode carregar a sua música para a internet, o que achas? Certamente, o acesso à música generalizou-se para toda a gente. Qualquer um pode carregar a sua obra para uma plataforma. Podes até fazê-lo com poucos recursos. A única coisa a ter em conta é que a qualidade da peça será a que tinha na origem. Mas a vantagem é que não haverá um problema de recursos na distribuição. O problema real é que existem tantas propostas na rede que, no final, outras realmente interessantes podem ficar sepultadas. Porque o facto de poderes carregar uma música para a Internet não significa que essa montra seja real, que as hipóteses de toda a gente te ouvir sejam reais. Tens de procurar grupos específicos para os quais a tua música se dirige e promovê-la entre eles. De facto, atualmente, o sucesso depende mais da promoção do que da produção. No passado, o contexto em que se fazia música tinha muita importância. Quer jogasses na liga nacional, regional ou a nível da tua cidade, a produção era muito importante. E começavas por te concentrares no teu ambiente. Começavas no teu ambiente mais próximo e ias ampliando a tua base de fãs de baixo para cima. Agora tudo mudou. Assim que publicas a tua obra na Internet, jogas em todo o mundo. Mas em troca, tens de te esforçar muito para chegar a todos. E a chave é a promoção, exatamente como há algumas décadas ou como noutros mercados: tens de fazer anúncios, campanhas, etc. MICROFUSA / ESCOLA BARCELONA Ronda Guinardó, 65. Barcelona / Tel.: 934 353 688 MICROFUSA / ESCOLA MADRID Paseo de Juan Antonio Vallejo – Nájera Botas, 59. Madrid / Tel.: 917 024 592 MICROFUSA / FORMAÇÃO ONLINE
A BOSS surpreende-nos com novos pedais e um processador de efeitos de bolso
A BOSS apresenta 5 novos produtos que vai adorar. Todas as informações sobre os novos pedais da BOSS. Novos Loop station RC-5 e RC-500, o compacto e poderoso GT-100o Core, um novo oitavador OC-5 e o Pocket GT amplificador e processador de bolso. RC-5 O novo RC-5 apresenta-se no clássico formato compacto da BOSS, inclui E/S com estéreo total e a interface mais avançada disponível em qualquer looper de pedal. Dispõe de um ecrã LCD retroiluminado que muda de cor para indicar os estados de gravação, overdub e reprodução. Combinado com o dial de parâmetros multifunções, permite aceder aos ritmos, ajustes do sistema e demais elementos do menu de forma rápida e simples em pleno direto. O comutador de pedal do RC-5 cobre todas as funções básicas de loops, mas também oferece um controlo mais avançado. Agora podem ser conectados até dois comutadores de pedal externos para ter controlo direto de muitas funções atribuíveis, ou um pedal de expressão para realizar ajustes contínuos. O RC-5 também inclui E/S MIDI em formato de conexão jack TRS, algo muito novo para um pedal compacto. Para mais informações, clique na imagem [embed]https://youtu.be/2r4FVfTVp70[/embed] RC-500 A Boss traz-nos com o RC-505, um avançado looper de duas pistas ideal para guitarristas, cantores/compositores, multi-instrumentistas e qualquer pessoa que queira levar os seus loops ao nível seguinte. Podem ser conectados instrumentos mono/estéreo, adicionar efeitos de outros pedais, e graças à entrada XLR específica, podemos conectar um microfone dinâmico ou um de condensador, já que inclui alimentação phantom. As duas pistas do RC-500 podem ser usadas de forma independente para compor canções, ou juntas para criar texturas multi-pista. Como vimos no RC-5, este avançado Loop Station também dispõe de ecrã LCD retroiluminado que muda de cor para mostrar o modo de operação ativo, e graças aos faders de pista e ao dial de nível de microfone, temos acesso manual ao controlo de volume em plena interpretação. O RC-500 também oferece controlo externo avançado, que inclui E/S MIDI em jacks TRS. O RC-500 vem carregado com 57 ritmos estimulantes, cada um com variações A/B, para nos acompanhar com os loops, e podemos mudar de kit de percussão de acordo com o estilo musical, com 16 kits disponíveis. Uma interessante função de inversão e Loop FX (Repeat, Scatter, Shift e Vinyl Flick) ajudar-nos-ão a enriquecer e animar as interpretações com loops e a criar texturas únicas. As 99 memórias de frase do RC-500, permitem armazenar loops tão rápido quanto são criados, incluindo as seleções de ritmos e kits, as atribuições de controlo e mais. Pode ser feita uma cópia de segurança do áudio dos loops num computador por USB. E graças ao facto de podermos importar ficheiros WAV através do BOSS Tone Studio, o RC-500 pode ser usado como um centro de reprodução para lições, pistas de jams ou música de acompanhamento. Se quiser saber mais detalhes, clique na imagem [embed]https://youtu.be/X3JY03lsebc[/embed] GT-1000CORE Deixando de lado os Loopers, temos um novo e compacto pedal multi-efeitos baseado num dos modelos estrela da marca, o GT-1000, mas incorpora tecnologia AIRD avançada com 24 blocos de efeitos simultâneos e mais de 140 tipos de amplificadores/efeitos. A tecnologia AIRD é uma evolução do conceito integral Tube Logic usado nos amplificadores Katana, Waza e Blues Cube. Com esta tecnologia, o GT-1000CORE integra-se facilmente em qualquer aplicação criativa, oferecendo um som fantástico e sensações naturais de válvulas com ajustes mínimos. Uma ampla seleção de tipos de AIRD Output Select permite adaptar o som para cada destino, seja uma entrada de amplificador de guitarra, uma etapa de potência de altifalantes de guitarra ou um sistema de monitorização de gama completa, ou todos ao mesmo tempo. O GT-1000CORE é, sem dúvida, um grande aliado para gravar e tocar em casa. Funciona como interface MIDI e de áudio USB multicanal para produção num DAW. O modo Recording proporciona diversos tipos de altifalantes e microfones integrados, e podem ser importadas 16 respostas a impulsos de altifalante em formato WAV com o software GT-1000 IR Loader. Dispõe de um looper integrado para praticar, criar sons e trabalhar ideias. E podemos desenhar sons num computador Mac ou Windows com o editor BOSS Tone Studio. Para mais detalhes, clique na imagem. [embed]https://youtu.be/S8-n6P23vnk[/embed] OC-5 A última geração da histórica série OC de pedais oitavadores para guitarra e baixo encarna-se no novo OC-5. Este pedal oferece a oitavação da BOSS mais avançada até à data, com um novo modo Vintage, melhorias polifónicas e uma função de oitava alta para alargar o alcance. Ao incorporar o que há de mais recente em tecnologias de deteção, podemos desfrutar de uma execução precisa e fluida sem latência. O OC-5 é muito versátil e fácil de usar, e cobre uma ampla gama de sons oitavados num pedal de altas prestações. O modo Vintage do OC-5 proporciona o icónico som mono do OC-2, que foi apresentado em 1982 com resposta melhorada graças ao novo processador de deteção. Incluem-se controlos de nível específicos para os efeitos de -1 e -2 oitavas e para o som direto, de modo que oferece acesso rápido a um sem fim de cores de sub-oitava. O OC-5 também inclui uma versão evoluída do modo Poly inteligente introduzido com o OC-3 Super Octave, que permite ao utilizador tocar acordes completos com efeitos de oitava. O dial Range limita o efeito às notas graves do instrumento e é perfeito para tocar linhas de baixo oitavadas juntamente com acordes e melodias normais nos registos agudos. Além disso, pode-se configurar o dial Range em Lowest para isolar o efeito de oitavação na nota mais grave de um acorde. Um interruptor específico permite otimizar o processador de deteção do OC-5 para guitarra ou baixo, e, além disso, o jack Direct Out permite enviar efeitos com e sem efeito para diferentes destinos, como dois amplificadores de palco ou canais distintos de uma mesa de mistura ou uma interface de áudio. Para mais detalhes, clique na imagem. [embed]https://youtu.be/uDrDCroVD9Y[/embed] Pocket GT Reservamos para o final uma solução potente e inovadora para aprender e praticar guitarra: Pocket GT. Um amplificador e processador de efeitos de bolso que se pode ligar sem fios a um smartphone ou tablet para criar a derradeira sala de aula móvel. O novo Pocket GT funciona na perfeição com a aplicação complementar BOSS Tone Studio disponível para iOS e Android, que inclui um navegador YouTube e ferramentas de edição avançadas para criar sons com mais de 100 amplificadores e efeitos. O Pocket GT oferece streaming de música por Bluetooth®, dispõe de interface de áudio USB e vem equipado com o mesmo processador de som que a bem-sucedida pedaleira GT-1. O Pocket GT oferece mais de 100 amplificadores e efeitos de primeira linha num pacote ultracompacto. As 99 memórias de utilizador vêm repletas de sons prontos a tocar, mas o guitarrista pode personalizá-los ou criar os seus próprios. E como o Pocket GT e o GT-1 partilham o mesmo ADN, as configurações armazenadas de amplificadores e efeitos podem ser trocadas através dos seus respetivos editores BOSS Tone Studio. Músicos de todo o mundo descobriram no YouTube o melhor lugar para aprender, e o Pocket GT permite trabalhar com o conteúdo desta plataforma da forma mais simples e produtiva. O hardware do Pocket GT proporciona o processador de som e as conexões de áudio, enquanto a app BOSS Tone Studio inclui um navegador YouTube que emite sinal para o Pocket GT, além de uma interface intuitiva para modelar sons. Esta abordagem integrada simplifica a configuração e dispensa as mudanças de aplicações, de modo que os músicos desfrutam facilmente de sons de guitarra com qualidade premium enquanto veem aulas online e tocam com vídeos. [embed]https://youtu.be/F69eBIURk4c[/embed] MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Ardemans, 9. Madrid / Tel.: 917 242 800 MICROFUSA / LOJA ONLINE
Roland lança novas atualizações para JUPITER-X / JUPITER-Xm e MC-707 / MC-101
Roland lança novas atualizações para JUPITER-X / -Xm e MC-707 / -101 Contamos-lhe as principais novidades que a Roland incorporou nestas novas atualizações. JUPITER-X e JUPITER-Xm A atualização para a versão 1.3 para JUPITER-X e JUPITER-Xm oferece muitas funcionalidades novas e melhorias, incluindo a possibilidade de importar e exportar sons ZEN-Core e sons de Model Expansion e até cenas inteiras. Agora pode partilhar os seus sons favoritos e configurações de atuação com outros utilizadores de JUPITER-X/-Xm, e unir completamente os seus processos criativos entre o hardware e o software. Com o seu JUPITER-X/-Xm e os novos ZENOLOGY Pro e Model Expansions, disponíveis na Roland Cloud, pode criar sons no software para os usar no seu hardware, ou usar os mesmos sons tanto no seu hardware autónomo, como nos seus projetos DAW. Este fluxo de trabalho é flexível e sem interrupções, e é possível graças ao incrivelmente versátil Sistema de Síntese ZEN-Core, que garante que os seus sons estejam prontos quando e onde precisar deles. Pode descarregar esta nova atualização neste link: V1.3 Roland JUPITER-Xm Roland JUPITER-X MC-707 e MC-101. Atualização V1.6 e Roland Cloud Academy. Formação online gratuita com Roland Cloud Academy. Antes de entrarmos nas novas funcionalidades da V1.6, queremos contar-lhe algo que nos agrada muito, e que consideramos que agrega muito valor na hora de adquirir produtos de certa complexidade e tecnologicamente avançados, como é o caso da série MC. Para ajudar os utilizadores ou futuros utilizadores a tirar o máximo partido dos equipamentos, a Roland lançou uma plataforma de formação online, totalmente gratuita. A Roland Cloud Academy coloca à sua disposição os especialistas de produto da marca, que o guiarão passo a passo através de diversas funcionalidades e conceitos. Darão conselhos sobre criação de estúdios, performance ao vivo e produção de eventos. Além disso, estarão disponíveis para responder às suas perguntas em tempo real através do chat ao vivo, e em português. Para poder aceder a estes cursos, basta registar ou ter o seu produto registado no BACKSTAGE, e reservar o seu lugar nos cursos agendados. Nova Atualização V1.6 para MC-707 e MC-101 A Roland disponibilizou aos utilizadores das magníficas Grooveboxes MC-707 e MC-101, a nova versão 1.6, expandindo as funcionalidades dos equipamentos, das quais se destacam 4 que lhe contaremos a seguir: Arpejador O novo e potente arpejador anima as suas produções com incríveis linhas melódicas e controlo em tempo real sobre o motivo, a variação rítmica, a oitava e o hold on/off. Gerador de sons aleatórios O Gerador de Sons (Tons) Aleatórios dá origem a novas ideias com múltiplas opções algorítmicas que criam novos e interessantes sons em tempo real. Compatibilidade USB Class Compliant O modo de controlador genérico USB permite agora ligar a sua MC-707 /MC-101 diretamente a um Smartphone ou Tablet, ideal para produzir com Zenbeats ou a sua DAW favorita. Expansão de compatibilidade com ZEN-core A compatibilidade ampliada com o ZEN-Core, permitirá agora importar kits de bateria e sons. Roland MC-101 Roland MC-707 Vídeo de demonstração sobre as novas funcionalidades da V1.6 [embed]https://youtu.be/VRru-53Lu6g[/embed] MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Ardemans, 9. Madrid / Tel.: 917 242 800 MICROFUSA / LOJA ONLINE
Moog apresenta Dark Series para Matriarch e Grandmother
Apresentamos a Moog Dark Series para Matriarch e Grandmother. Uma homenagem ao design clássico dos modulares Moog. A Moog apresentou recentemente a nova Dark Series para Matriarch e Grandmother. Um equilíbrio perfeito entre o clássico e o moderno, apresentando uma estética totalmente preta que invoca o aspeto intemporal dos primeiros sistemas modulares Moog, com toda a funcionalidade e versatilidade pelas quais estas duas máquinas de design de som de última geração são conhecidas. Tal como indicado pelo fabricante, nenhum dos sintetizadores foi alterado em relação aos modelos coloridos que conhecemos, ou seja, são exatamente iguais aos Matriarch e Grandmother originais. A única mudança é o aspeto físico de ambos, com um design que, para o nosso gosto, é infinitamente mais bonito e elegante, e até lhe confere um aspeto mais sério e profissional. Moog Grandmother Dark Moog Matriarch Dark Novos sons e atualizações de firmware. A única novidade a destacar, embora não seja exclusiva para esta série, já que está disponível para todos os proprietários de Matriarch e Grandmother originais, são as novas atualizações de firmware. A nova V1.2.0 para Matriarch e a nova v1.1.0 para Grandmother. Estas atualizações incluem um novo motor de sincronização que mantém o arp/sequenciador interno, o relógio analógico e o MIDI, todos rigidamente bloqueados em fase. Um novo e fácil método para redefinir as configurações globais para os valores predefinidos. Um novo modo Envelope Multi-Trig para Grandmother; e muitas outras melhorias, funcionalidades e correções de erros para ambos os instrumentos, para as quais a Moog teve muito em conta as opiniões e sugestões dos utilizadores. Além disso, juntamente com estas melhorias de firmware, a Moog disponibilizou novos sons para download, para os proprietários registados de Matriarch e Grandmother. Estes 30 patches inspiradores (16 para a Grandmother e 14 para a Matriarch) são projetados para abrir a mente ao som analógico incomparável de cada instrumento. Novos acessórios Moog. A Moog aproveitou o lançamento da Dark Series para apresentar três novos acessórios que descrevemos a seguir. Estojos da Série SR. A nova série SR é composta, por enquanto, por duas bolsas de transporte para Matriarch e para Grandmother com um aspeto imbatível. Dois "cases" modernos e, ao mesmo tempo, elegantes, que, nas palavras do fabricante, "foram desenvolvidos com artistas para artistas e protegerão os seus sintetizadores melhor do que qualquer outra oferta no mercado". Estojo Grandmother SR Estojo Matriarch SR Rack de 4 Níveis Após o lançamento do Subharmonicon, esta é a peça que faltava, caso se pretenda combinar 4 peças da série semi-modular, que atualmente é composta por: Mother 32, DFAM e Subharmonicon. Um novo Rack para dispor de 4 unidades na vertical, e assim aumentar ainda mais, as capacidades de síntese desta série. Suporte de Rack Moog Semi-Modular de 4 Níveis Estas são, até ao momento, todas as novidades da Moog. Despedimo-nos até à próxima, não sem antes vos deixar uns pequenos e divertidos Gifs da apresentação das SR Cases. MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Ardemans, 9. Madrid / Tel.: 917 242 800 MICROFUSA / LOJA ONLINE
TESTEMUNHOS V. JULEN LARRAÑAGA, PRODUTOR MUSICAL
Quinta edição dos Testemunhos Microfusa, onde apresentamos as experiências pessoais dos nossos ex-alunos e como eles aproveitaram a nossa formação para direcionar a sua carreira Na primeira edição dos Testemunhos Microfusa, apresentámos-lhe Aubor, DJ e produtor a caminho de consolidar a sua carreira. Na segunda edição, apresentámos-lhe o produtor musical e técnico de som Mateo Amaya. A terceira edição foi dedicada às experiências do cantor e compositor Sebastian Hartley (também conhecido como Seb Heart). A quarta edição foi a vez de conhecer as experiências na nossa escola de Victoria Riba (também conhecida como VICCO), uma compositora que expandiu muito as suas expectativas com o Diploma de Produção Musical. Hoje, na quinta edição dos Testemunhos Microfusa, apresentamos-lhe Julen Larrañaga (também conhecido como FEZE, também conhecido como Julen Larra), um jovem basco que veio para Barcelona para se formar como produtor. Julen Larrañaga, com os pés na terra Nascido em Mondragón, Julen é um jovem que sempre esteve em contacto com a música. Seja a tocar bombardino na banda da aldeia, a aprender na escola de música ou a tocar bateria num grupo, a música sempre foi a sua paixão. E muito cedo descobriu que, juntamente com o cinema, outra das suas paixões, apenas algumas notas eram capazes de transmitir sentimentos e emoções. De facto, não demorou a perceber que aquilo que o emocionava num filme era precisamente a sua banda sonora. Desta forma, compreendeu que a música era a única arte capaz de o fazer viajar no tempo, recordar-lhe um cheiro, um sentimento ou um dia na praia com os amigos. E decidiu que dedicaria os seus esforços a transmitir essas mesmas sensações nas suas composições. Começou a compor música utilizando partituras de um site que lhe permite reproduzir as melodias e harmonias previamente escritas. Mas não demorou a descobrir a música eletrónica e os DAW e tudo mudou. Começou a investigar como se fazia, a reparar nas estruturas, nas harmonias, nos sons, na sintonização e, em pouco tempo, começou a publicar os seus próprios temas. Depois de 3 ou 4 anos focado unicamente na música eletrónica, ultimamente abriu-se a ambientes mais urbanos como o trap, o R&B, o reggaeton ou até mesmo o pop. Campos sobre os quais também investigou e que lhe abriram muitas portas. Atualmente, segue duas linhas artísticas. Como Julen Larra, continua focado na música eletrónica e como FEZE, foca-se mais na música urbana (rap, trap, dancehall, afrobeat, R&B,...). A sua passagem pela Escola Microfusa Na Escola Microfusa, Julen frequentou o Diploma de Produção Musical, indo depois para a Solent University para estudar o grau de Popular Music Production. Da sua passagem pela escola de Barcelona, para além do impacto de ir viver de Mondragón para Barcelona, o que mais recorda é o bom ambiente do centro, o espírito próximo e familiar e a relação com os colegas. É interessante como Julen vê a sua situação e as possíveis saídas da sua carreira. Uma carreira que se consegue à base de formação e de muito esforço. Tal como ele diz "picar pedra, picar pedra" e ir para a rua, fazer contactos… e "sem beber e dormir pouco" ;) https://www.youtube.com/watch?v=EfcLVnNwoZ8 E já sabem que se são apaixonados pelo mundo da música e querem construir um futuro, piquem pedra, visitem a nossa escola e deem uma vista de olhos aos cursos que podem representar um primeiro passo na vossa carreira. MICROFUSA / ESCOLA BARCELONA Ronda Guinardó, 65. Barcelona / Tel.: 934 353 688 MICROFUSA / ESCOLA MADRID Paseo de Juan Antonio Vallejo – Nájera Botas, 59. Madrid / Tel.: 917 024 592 MICROFUSA / FORMAÇÃO ONLINE
Roland FANTOM versão 2.0
Roland FANTOM, nova versão 2.0. Todas as informações sobre esta nova atualização das potentes Workstations da Roland. Novas funções principais: A Roland anunciou a disponibilidade de uma nova atualização gratuita para a versão 2.0 para os proprietários de sintetizadores FANTOM 6, FANTOM 7 e FANTOM 8. Esta nova versão tira partido da grande potência expandida do sistema de síntese ZEN-Core integrado e proporciona importantes melhorias na amostragem, sequenciação, efeitos e rotas, além de oferecer novas opções de personalização para atuações ao vivo e produção musical em estúdio. Multisampling O gerador de amostragem do FANTOM foi submetido a um importante redesenho e agora, os utilizadores podem amostrar diretamente no teclado ou criar multimostras detalhadas, que podem ser editadas no equipamento e usadas como base para qualquer oscilador/parcial de um som ZEN-Core. Com até 352 amostras por som e 16 sons por cena, como se pode ver, o potencial de design é enorme nesta nova atualização. Processador de efeitos TFX Outra novidade é um processador TFX (efeitos totais) para a secção principal do FANTOM, que complementa o compressor e o equalizador principais. O processador TFX introduz modelagem de som avançada com 90 efeitos diferentes que podem ser aplicados à saída principal. Foram também adicionadas diferentes características de rotas de áudio, com capacidade para aplicar efeitos a fontes de entrada de áudio e amostrar os resultados. Piano Roll A série FANTOM inclui uma interface com ecrã tátil a cores e agora, com as melhorias de sequenciação da versão 2.0, esta potente ferramenta pode ser explorada muito mais. Agora é possível desenhar e editar a automatização com diversos gestos, enquanto o novo modo microscópico permite ajustar cada nota de forma precisa e impecável. Nos FANTOM, cada uma das 16 zonas pode ser atribuída a um som interno ou a uma entrada externa, como um sintetizador de software e agora, com a versão 2.0, as fontes internas e externas podem ser dispostas em camadas ou divididas dentro de uma zona, para criar sons enormes e configurações para direto complexas. Também é possível transpor cada zona de forma independente e guardar ajustes em Scenes para ativá-los instantaneamente. Foi também melhorada a função Scene Chain com uma vista de lista, onde os utilizadores podem facilmente trocar posições e usar marcadores para saltar para outras secções. Além disso, se quiser personalizar o seu FANTOM, a versão 2.0 oferece novas formas que incluem modificar o fundo do ecrã tátil para ajustá-lo ao ambiente criativo. Por último, para aqueles que não conhecem estes carros-chefe da Roland, deixamos algumas informações sobre os 3 modelos da série, bem como alguns vídeos onde poderão ver as novidades desta nova versão. FANTON 6 61 Teclas (teclado semi-pesado e canal aftertouch) Gerador de som ZEN-Core e Tecnologia V-Piano Mais de 3.500 Sons e mais de 90 Drum kits LCD retroiluminado (ecrã a cores/tátil) 1.084 (largura) x 403 (profundidade) x 106 (altura) mm e 15,3 kg FANTOM 7 76 Teclas (teclado semi-pesado e canal aftertouch) Gerador de som ZEN-Core e Tecnologia V-Piano Mais de 3.500 Sons e mais de 90 Drum kits LCD retroiluminado (ecrã a cores/tátil) 1.296 (largura) x 403 (profundidade) x 106 (altura) mm e 17,7 kg FANTOM 8 88 Teclas (PHA-50 Estrutura híbrida de madeira e plástico, com escape e sensação de ébano/marfim, canalização do aftertouch) Gerador de som ZEN-Core e Tecnologia V-Piano Mais de 3.500 Sons e mais de 90 Drum kits LCD retroiluminado (ecrã a cores/tátil) 1.432 (largura) x 439 (profundidade) x 153 (altura) mm e 27,7 kg [embed]https://youtu.be/rE0TxSBOu9g[/embed] [embed]https://youtu.be/gVv7rENJBFM[/embed] MICROFUSA / LOJA BARCELONA Sepúlveda, 134. Barcelona / Tel.: 934 553 695 MICROFUSA / LOJA MADRID Campoamor, 17. Madrid / Tel.: 917 024 587 MICROFUSA / LOJA ONLINE