Por Ramir Martínez (professor microFusa)
Tutorial sobre o Push (2.ª parte)

Depois de dar os primeiros passos com o PUSH, vamos entrar noutro uso interessante: o uso da matriz de membranas para gravar eventos ao vivo.
Uma alternativa à gravação por passos é a gravação em tempo real. Tal como é exposto no vídeo seguinte, ao interpretar um ritmo de percussão, serão preservados os desvios tanto de tempo como de intensidade, técnica que é de interesse quando se deseja criar ritmos com um toque humano.
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Outras vezes, os desvios numa gravação ao vivo devem ser corrigidos ou quantizados, caso em que o PUSH também dispõe de um conjunto de funções destinadas a tal efeito
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A sequenciação, obviamente, não se reduz a criar padrões de bateria, mas estende-se ao resto do arranjo. Se nos interessa criar uma linha de baixo ou outro acompanhamento melódico, só temos que criar uma faixa de instrumento, um Instrument Rack por exemplo, e o PUSH adaptará a sua matriz de membranas à escala que mais nos convenha, eliminando aquelas notas que não façam parte de tal escala. No vídeo seguinte, mostra-se como funciona
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O último dos vídeos centra-se no uso do PUSH para acompanhamentos de acordes, usados em arranjos de pianos ou pads
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